quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Esporte na Escola

Desde a criação do então ministério da educação e saúde pública em 1930, o esporte já é tratado como parte integrante do processo educacional. Em 1953 com a criação do ministério da educação e cultura (MEC), a promoção e valorização cultural passam a ser formalmente considerada parte importante da educação. O esporte pode ser considerado um hibrido, pois tanto educa quanto é um evento cultural, é inegável que o futebol, por exemplo, além de um esporte, seja considerado também um elemento cultural pois faz parte da identidade brasileira, tanto quanto o carnaval e o samba.
No ponto de vista educacional, o esporte agrega e complementa diversos valores importantes no desenvolvimento. As regras e sua importância na estrutura do esporte, os jogos que promovem tanto habilidades motoras como também de raciocínio, de espaço, competitividade (ganhar e perder) e talvez os mais importantes a socialização, solidariedade e cooperação, fundamentais para a construção da cidadania.
De tempos para cá o governo tem atribuído à escola virtudes que transcendem os limites formais. Com a reforma educacional de 1996 e o programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, por exemplo, há a ampliação educacional das escolas com a intenção de suprir déficits e carências tanto da sociedade quanto do próprio processo educacional. O surgimento da preocupação sobre inclusão social encontra base aliada no esporte e as medidas do programa Mais Escola promovendo uma educação integral e comunitária aumentando a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica.


quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Deficientes físicos X Esportes

    Antes não era comum ouvir, nem ver, deficientes físicos praticando os mais diversos esportes, se existia era algo muito restrito. Hoje em dia isso mudou, a pratica de esportes por essas pessoas especiais se transformou em algo rotineiro e um sinônimo de superação.
    Em 1958 paraplégicos e tetraplégicos criaram clubes em São Paulo e no Rio de Janeiro com o desejo da dar continuidade ao que começaram nos hospitais americanos, onde o tratamento para as limitações era o esporte.
    O preconceito da sociedade em relação a esses portadores de necessidades especiais acaba atrapalhando sua formação, pois os próprios deficientes acabam se reprimindo e estabelecendo um limite para sua deficiência, que na verdade não existe, pois com esforço e dedicação, esses atletas especiais acabam nos dando uma lição de superação e vêm cada dia mais se destacando no que fazem. A sociedade é muito preconceituosa acha que eles são incapazes, mas a vontade de viver deles supera todos obstáculos!
     Hoje em dia há deficientes físicos destacando-se nos mais variados esportes e o vídeo a seguir mostra alguns exemplos:



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Preconceito: Mulheres X Esporte

    Antigamente, os esportes eram realizados somente por homens, devido a questões políticas, sociais, culturais etc. Entretanto, as mulheres assim como os homens são fisicamente aptas a praticar todas as modalidades esportivas.
    Existem muito mais esportes para os homens do que para as mulheres, elas recebem menos recursos financeiros profissionalmente, sofrem muitos preconceitos e discriminações infundadas, muitas vezes por praticarem esportes que detinham a hegemonia dos homens. A maioria dos esportes exige prioritariamente força física, na qual o homem é superior a mulher (nessa capacidade neuromotora), isso comprovado cientificamente por questões anatômicas, biológicas e fisiológicas, e, além disso, elas tem maior percentual de gordura corporal e conseqüente menor volume muscular, mas em contrapartida são mais flexíveis e, mesmo assim, elas provam que isso não é empecilho para se praticar esportes.
     Desta forma, as mulheres vêm superando várias barreiras nos esportes. As jogadoras de futebol, boxeadoras, levantadoras de peso, fisiculturistas, corredoras, entre outras, estão “abrindo portas”, alcançando reputação, respeito e devida valorização, temos que atentar para as capacidades esportivas femininas, devemos fazer com que as empresas invistam mais e patrocinem melhor as atletas, para que isso aconteça os investidores esperam retorno financeiro, este só é possível se todos nós aceitarmos, incentivarmos, prestigiarmos e freqüentarmos mais os estádios, as pistas, as quadras, as piscinas e etc, e não mais impor barreiras as desportistas.


     Vídeo a seguir trata-se de uma enterevista com mulheres que atuam na área esportiva e sofrem preconceito: